sexta-feira, 12 de junho de 2009

Figueirense: 88 anos de glória

O Figueirense completa hoje, 12 de junho de 2009, 88 anos de história. E uma história de alegria, de felicidade de seus torcedores. Sim, porque ser alvinegro é ser feliz, exceto em raros momentos, como agora, que servem para lembrar quando éramos felizes e não sabíamos, como quando reclamávamos da monotonia de estar no meio da tabela da Série A.
Desses 88 anos vivi menos da metade e sempre fui feliz com o meu time, até nas épocas de vacas magras.

Por falar em época de vacas magras, gostaria de lembrar, nesta data, da histórica campanha no campeonato brasileiro de 1975, a que teve maior repercussão no Estado até hoje.

O Figueirense nos últimos sete anos fez campanhas com colocações melhores, mas nada se compara ao feito de 1975, que teve a média de público de quase 17 mil torcedores, o público recorde num jogo (26.660 - Figueirense e Vasco) e uma empolgação que contagiou todo o Estado de Santa Catarina, coisa que jamais se repetiu com o Figueirense ou qualquer outro clube catarinense.

Nesse ano, de modo geral, foi dada uma trégua nas paixões clubísticas e o Figueirense jogou em nome de Santa Catarina. Isso foi facilitado porque era uma espécie de seleção catarinense, formado por jogadores vindos dos principais clubes catarinenses, como Dito Cola e Nelson (Palmeiras de Blumenau), Volmir (Chapecoense), Baio (Juventus de Rio do Sul), etc. (desculpem se cometi algum erro, mas faz muito tempo).
Lembro-me do jogo contra o Bahia, na Fonte Nova. Na época eu era uma criança, mas me lembro muito bem do frenesi que tomou conta da cidade. O Figueirense precisava ganhar para se classificar e ganhou, com gol de Volmir, depois que um zagueiro se atrapalhou com o goleiro do Bahia e a bola sobrou limpa para o atacante, que não perdoou. Foi uma alegria só.

No outro dia a cidade parou e milhares (cerca de 10 mil) acompanharam o time, que desfilava em um caminhão do Corpo de Bombeiros (foto ao lado, retirado do blog História da Torcida).

Não vivemos do passado, mas de vez em quando é bom lembrar os grandes momentos.

2 comentários:

  1. AMOR ETERNO...

    FIGUEIRA!!!

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  2. Amor eterno, sempre, nesta epoca eu era gandula do Figueira, tempo bom.

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